Aprendizagem sobre redes sociais

 

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Como lidar de forma criativa e justa com nossa interdependência? Uma interdependência de entes diversos, diferentes entre si. Penso que esta questão atravessa todos os processos coletivos que pretendem ser distribuídos, igualitários, autônomos, cooperativos.

A descoberta da rede como padrão organizativo da vida e que, como seres vivos, estendemos à vida cultural,  foi-nos apresentada por Fritjof Capra, entre outros, e nos coloca em contato com nossa interdependência, condição que o desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação também tornaram visível, concreta e muito mais complexa.  A nova ciência de redes é um vasto universo de conhecimento e experiências que apenas começamos a explorar.

Ideias como  grau de distribuição na interação; cooperação como fluxo; equilíbrio entre cooperação e competição; comunidades como ecossistemas comunicacionais; organização emergencial; a influência da configuração da interação nos fenômenos sociais estão presentes sempre que pretendemos acionar intencionalmente redes para realizar iniciativas que vão desde o compartilhamento de ideias e conhecimento à gestão de projetos, processos e organizações.

Para que as promessas contidas no conceito “rede” possam ser vivenciadas na experiência comum é necessário que nos preparemos culturalmente. Esta educação inclui mudanças na conduta; na abordagem dos processo comunicativos e escolha das ferramentas; na configuração dos ambientes virtuais e físicos e nas regras e rituais que regulam as relações. Desta forma, impediremos a obstrução dos fluxos interativos pela recorrência de comportamentos hierárquicos e centralizadores, normalmente ativos, apesar de nossas boas intenções e conhecimento conceitual.

Trabalhando com redes de pessoas e organizações desde 1997, inicialmente nas redes de educação ambiental e posteriormente abordando o padrão rede em diversos contextos, desenvolvi conhecimento e experiência que podem contribuir para um melhor entendimento das dinâmicas deste padrão organizativo em processos de mobilização e organização política, gerenciais e na aprendizagem, facilitando sua aplicação.

Como faço? De várias formas: cursos, oficinas, e-learning, palestras, configuração de experiências  de interação distribuída e curadoria. Tenho um repertório de temas, técnicas, metodologias e parceiros que podem contribuir com sua rede. Juntos podemos desenhar processos de aprendizagem e compartilhamento de conhecimento adequados as suas necessidades, cultura e contexto organizacional.

Na imagem abaixo, um resumo de entrevista de Capra para Francis Pisani, que apresentei na Conferência Internacional sobre  Redes Sociais, em 2011, onde foco em demonstrar a contribuição de Capra para a ciência de redes.

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